Category Archives: Em 2007

A outra cousa, borboleta

A pessoa autora desta frase não é um ser anónimo, numa conversa informal num café, ou a proprietária de um blogue pessoal. Polo contrário, é um quadro dirigente de um meio nacional galego, a escrever num outro meio de características … Continue reading

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O galego para quê?

Pardo Bazán, em 1878, tinha-o claro “Los dialectos nos parecen interesantísimos pero no podemos fantasear ni soñar su predominio en la conversación y en las letras, porque esto sería tanto como desandar lo andado, dividir nuestro arte, nuestra ciencia y … Continue reading

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Estran-

Uma das consequências de o espanhol se ter tornado a Língua da Galiza foi o estranhamento do galego para a cidadania galega. Em 1911, Eugénio Carré queixava-se amargamente de que “os restauradores da pureza do idioma era tachados de aportuguesados” … Continue reading

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Quanto mede um centímetro?

Grupo G: Aquelas pessoas que vivem o Galego como uma Língua. Subgrupo G1: Recentemente veu a lume um Manual Galego de Língua e Estilo que bate o ponto e nos acautela naqueles aspectos onde nos deslizamos para o portunhol. Neste … Continue reading

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Concerto de Piano

Há quem dixo a classe política ser como pianistas sem vocação. É raro eles fazerem arte pola arte, antes criam sinfonias com o objectivo de agradar, nem sempre a todos mas sempre aos que sentam nas primeiras filas. A este … Continue reading

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Sintaxe

Reparai nestes três manchetes de imprensa nacional espanhola “El vasco será la lengua básica de la enseñanza del País Vasco “Cataluña disputará un mundial de fútbol sala como una selección nacional más” “El BNG apuesta por el huso horario ‘natural’” … Continue reading

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Como se chama a obra?

Cena 1: um quiosque. O balconista está a atender uma moça brasileira. Ela está a falar na sua língua que salpica conscientemente de espanholismos para, a seu entender, facilitar a comunicação. Por sua parte, ele fala num espanhol que eu … Continue reading

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O que se quer dizer

Afirmava Voltaire que quando um diplomata diz SIM, está a dizer realmente TALVEZ, quando diz TALVEZ quer dizer NÃO e se diz NÃO então fica claro que não é um diplomata. O que dizemos e o que realmente queremos dizer … Continue reading

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No te entiendo

A Diana é uma moça galega que trabalhou numa Telepizza em Vigo. Uma das suas funções era atender os pedidos telefonicamente, tarefa com poucas hipóteses de complicação. Na categoria de sobressaltos figurava, e ainda figura, “No te entiendo”. Explico-me. A … Continue reading

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A importância de se chamar…

A pessoa que isto escreve nasceu sendo Fajín. Um apelido estranho, algo assim como apelidar-se Sombrero ou Bufanda. No entanto, tinha nascido em Vigo, cidade espanhola-falante, portanto era natural ter um apelido deste género (isso achava eu na minha meninice). … Continue reading

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