Sobre

Nasceu na cidade de Vigo, de pai castelhano e mãe galega. Alguma cousa saiu errada no guião porque com 19 anos tornou-se galego-falante. Como queria viver o maior tempo possível no seu idioma, e gostava de cantar pop no banheiro, começou a se interessar por outras variedades da nossa língua.

Quando descobriu que a era extensa e útil, cresceu nele uma vontade de o transmitir ao resto da cidadania. Para fazer isto, seguiu várias estratégias:

Intelectualmente, através de uma secção no Novas da Galiza, de um livro, o Galego (im)possível, e de vários artigos.

Associativamente, nomeadamente, na Agal, na AGLP e no local social A Esmorga.

Profissionalmente, há tempos na Livraria A Palavra Perduda, no ensino de português na EOI de Ourense e desde 2009 na presidência da Agal.

Internauticamente, através do Planeta NH ou do curso Português para nós, entre outros sites.

É claro, isto cheira a monomania. É o que diz o seu psicológo. Menos mal que está a seguir um tratamento de desintoxicação porque, embora os resultados não acabem de chegar, ainda tem fé.